segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Oscips poderão ser isentas de tarifas bancárias

Francisco Rossi: oscips não podem ser punidas com a cobrança de tarifas bancárias. A Câmara analisa o Projeto de Lei 5806/09, do deputado Francisco Rossi (PMDB-SP), que isenta as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) do pagamento de tarifas bancárias. De acordo com o projeto, a isenção será suspensa se a entidade beneficiada perder sua qualificação como Oscip.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 5806/09, do deputado Francisco Rossi (PMDB-SP), que isenta as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) do pagamento de tarifas bancárias. De acordo com o projeto, a isenção será suspensa se a entidade beneficiada perder sua qualificação como Oscip.

Francisco Rossi considera inadmissível instituições que atuam na realização do bem comum serem punidas com a cobrança de tarifas pelos bancos e, "consequentemente, com a redução nos valores disponíveis para a sua finalidade social".

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Ministério da Justiça já qualificou 37 Oscips no Amazonas

Entre as qualificadas no Amazonas, 28 têm sede em Manaus, 20 constam com os cadastros ativos e 12 delas com prestações de contas apresentadas ou retificadas.

Brasília - De 2001 a 2009, o Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (Dejus) do Ministério da Justiça (MJ) qualificou 37 entidades no Amazonas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), a maior parte nas áreas ambiental e assistencial.

As Oscips foram criadas a partir da Lei 9.790, de 23 de março de 1999, a chamada Lei do Terceiro Setor, voltada a pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos, e que teve como principal finalidade facilitar o aparecimento de parcerias e convênios com todos os níveis de governo e órgãos públicos (federal, estadual e municipal).

Das 37 entidades qualificadas no Amazonas, segundo o Ministério da Justiça, 28 têm sede em Manaus, 20 constam com os cadastros ativos e 12 delas com prestações de contas apresentadas ou retificadas.

Qualificado como Oscip em outubro de 2003 e requalificado em 2007, o instituto celebrou 13 termos de parceria com o governo do Estado, sendo sete com a Secretaria de Assistência Social e cinco com a de Saúde, que envolvem mais de R$ 16 milhões, para projetos assistenciais, como o Prato Cidadão e de apoio às farmácias populares.
A segunda entidade com maior receita é a Associação para o Desenvolvimento Agro-Sustentável do Alto Solimões, dirigida pelo bispo Dom Alcimar Caldas Magalhães. Com receita de até R$ 1 milhão, a associação está sediada em Benjamin Constant e voltada para comunidades indígenas, associações e pequenos produtores.

Segundo o MJ, 100% dos recursos destinados à associação são de origem pública. Dentre os projetos, está um de R$ 1,999 milhão, em 2006, para o projeto ‘Validação de Tecnologia de Produção do Óleo de Dendê para Biodiesel’ por Agricultores Familiares no Amazonas, na região do Alto Solimões, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Qualificada em 2007 como Oscip, a Instituição Dignidade para Todos (IDPT), que tem vários contratos com o governo do Amazonas para manter os agentes de segurança nas delegacias e para obras em estradas vicinais, ainda não consta nas prestações de contas ao Ministério da Justiça.

As demais entidades que aparecem com prestações de contas têm uma receita anual entre R$ 5 mil e R$ 250 mil, a maioria sustentada com recursos públicos. Uma das exceções é a Iberobrasileira de Estudos e Cooperação (Ibec), qualificada como Oscip desde 2002, tem quase 100% de sua receita baseada em recursos de parceiros e da iniciativa privada, com trabalhos voltados para as questões ambientais.

Oscips são reabilitadas em concurso para gerenciamento da Saúde

Após apresentarem novas documentações, o Instituto Acqua e a Terceira Via foram reabilitados no concurso de projetos aberto pela Prefeitura para escolha da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que gerenciará os prontos socorros de Araraquara.

Há cerca de três semanas, a Comissão Permanente de Licitações havia desclassificado as instituições porque elas teriam apresentado certidões inválidas. A Prefeitura não quis informar o tipo de documentação que levou à inabilitação das instituições.
A partir de agora, o concurso entra na fase de análise dos projetos de gestão a serem apresentados pelas duas Oscips. A publicação da data de abertura dessas propostas deve ocorrer até o fim desta semana. De acordo com a assessoria de imprensa, a expectativa é abri-los até o fim da próxima semana.

Pela regulamentação do certame, a escolha da proposta vencedora leva em conta o preço e se o projeto condiz com as necessidades apresentadas no edital de licitação. A contratação foi aprovada pelo Conselho Municipal de Saúde. A Prefeitura alega ser esta a solução mais adequada para resolver o déficit de médicos na rede e acabar com a longa espera por atendimento médico nos prontos-socorros.

domingo, 19 de setembro de 2010

Interior ONG

Biblioteca
Brinquedoteca
Sala de informatica
Trabalhos manuais - Reciclagem

Leitura do Bairro




Fotos da visita a ONG Meu Guri

Entrada do Meu Guri

Arte Educação

Horta hidropônica


Oficina 3

Oficina 1

ONG "Meu Guri".

Introdução
A ONG “Meu Guri”, situa-se na zona rural de Mairiporã, as margens da Estrada da Roseira, sendo que o movimento desta é intenso aos fins de semana. Toda a infra-estrutura foi pensada e construída para acolher crianças, adolescentes, famílias e comunidade. Pela seriedade com que o trabalho é desenvolvido e pela experiência adquirida ao longo desses anos. O meu guri conta com uma equipe, pronta para auxiliar outros que queiram desenvolver projetos sociais.
Nascia em agosto de 1997, o Projeto Meu Guri.
No início, a entidade funcionava na subsede do Sindicato dos Metalúrgicos, no bairro do Tucuruvi, zona norte de São Paulo. Mas com a colaboração de trabalhadores, empresários, sindicatos e Força Sindical inauguraram-se uma nova sede na Serra da Cantareira, totalmente planejada para o atendimento às crianças, adolescentes e suas famílias.

Público atendido
Crianças e adolescentes